23 de jul de 2010

Assembléia de Deus apóia Dilma Rousseff

A candidata à presidência da República, Dilma Rousseff, receberá, no dia 24 de julho, em Brasília, o apoio formal da Igreja Assembléia de Deus, ministério Madureira.

Organizado pelo pastor Manoel Ferreira, deputado federal pelo PR-RJ, o ato reunirá representantes de 15 denominações.

Fica meu ponto de vista. Os líderes evangélicos têm todo direito e liberdade para escolher quem apoiar. Essa não é a questão. O que questiono é o apoio a uma candidata que se diz atéia, depois torna-se católica, recebe passes das mães de santo da Bahia, depois vai aos púlpitos das igrejas evangélicas. Assim não dá.

Com todo respeito à candidata Dilma, ela não está preocupada com os ideais do segmento evangélico que são de propagar o Reino de Deus. Ela quer somente ganhar votos. São os pastores que deveriam pensar sobre o peso espiritual que uma nação carrega quando tem um líder que se prostra aos pés de deuses estranhos.

A Bíblia é clara. A nação que tem Deus como Senhor é feliz. O contrário traz dificuldades, lutas e perdas profundas para o povo.

Sinceramente, prefiro a simplicidade e a força de Marina Silva, que não nega a fé mesmo diante de tantos questionamentos e holofotes. Sou evangélica. A minha fé me liga a Marina. Mas não votarei nela somente por causa da fé. Se assim fosse, meu voto não seria inteligente. Votarei na Marina Silva porque, além de inteligente e competente, ela tem experiência política.

Um comentário:

  1. O pior é que nunca tivemos uma pessoa tão preparada em termos intelectuais, políticos e ainda cristã, ainda mais considerando a história de conversão e o equilíbrio apresentado pela Marina Silva, apoiada por grupos sociais diversos unindo artistas, cristãos, homossexuais, etc. Se a Assembléia de Deus tivesse orado e se posicionado contra a Marina seria mais fácil de acreditar em seu posicionamento atual do que crer que um "acordo" com a Dilma fez com que a Assembléia mudasse de opinião. Realmente, temos que nos ligar em Deus, porque daqui a pouco o acordo das igrejas pode ser com um demônio, do tipo: "por favor, promete que não me fará mal?"

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