21 de set de 2010

Eleições 2010: Evangélicos contra a iniquidade

Iniquidade é quando as pessoas estão tão acostumadas ao pecado que não têm mais vergonha de cometê-lo. O pecado passa a ser natural na vida.

A Bíblia diz que, quando a iniqüidade chega, o coração do homem está tão endurecido que ele não se envergonha mais do pecado. Ele não reconhece nem que uma determinada ação é pecado. É tempo no qual Deus tem que julgar uma nação. E todas as pessoas são atingidas por isso.

Os evangélicos têm que tomar cuidado com as eleições que se aproximam.

Existe uma série de leis que tramitam no Congresso Nacional que dependerão do voto dos futuros senadores e deputados federais. Essas leis serão incorporadas pela máquina estatal, por meio da presidência da República. Que tomará força também nas câmaras estaduais, nas ações feitas pelo Estado. A igreja precisa de valores cristãos trabalhando nesses contextos.

Está acontecendo no Brasil um movimento do qual todos os cristãos deveriam se envolver. Líderes cristãos, evangélicos e católicos, estão trabalhando para impedir que a iniqüidade seja institucionalizada na forma de lei. Por isso, alguns pastores têm se posicionado, com suas igrejas, no rádio e na TV. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também se manifestou. Escreveu um documento se posicionando em relação ao assunto.

O mundo está vivendo em crise. Mas a igreja cristã brasileira sabe o que está acontecendo no Brasil? Vejam as leis que estão tramitando:

Lei da mordaça: A liberdade religiosa dá aos brasileiros o direito de fé, escolha e opinião. Se for aprovada PLC 122/2006, os cristãos correram o risco de ser criminalizados por não concordar com a prática da homossexualidade.

Casamento – Há discursos e ações para aprovar leis que favoreçam o casamento entre pessoas do mesmo sexo e ainda adoção de crianças por parte dos casais homossexuais que criticam os parlamentares e a igreja evangélica que discordam do ponto de vista do grupo. Os líderes do movimento LGBT pedem para que seus liderados não votem em parlamentares evangélicos. Não se trata de fazer um movimento conta o grupo. Trata-se dos evangélicos terem o direito de dizer que não concordam com a prática homossexual. Esse direito está em jogo.

Pornografia – Está aberta a todos, inclusive pela internet. A indústria pornográfica possui imunidade tributária. Faz, em média, dois filmes pornográficos por dia.

Pedofilia – Acontecem em todas as classes sociais, todos os dias. O Disque 100 recebe mais de 30 mil denúncias pó ano de abusos sexuais contra crianças e adolescentes. A família está enfraquecida. Querem que a entidade familiar seja considerada apenas uma união estável entre duas pessoas.

Divórcio – A taxa de divórcio já atingiu a marca de 41% no país.

Violência familiar – Há mais crimes cometidos da porta para dentro da casa do que da porta para fora. Dentro de casa são cometidos crimes contra mulheres e crianças como tortura, constrangimento, agressão e morte.

Infanticídio - Crianças indígenas são enterradas vivas, em várias tribos brasileiras, se nascerem com defeito físico, forem gêmeas ou se o pajé disser que não têm alma. As crianças sufocam, debaixo da terra, até morrer. O governo faz vistas grossas dizendo que a cultura indígena não pode ser alterada.

Aborto – Há uma emenda que discriminaliza o aborto e autoriza a prática até o nono mês de gestação. Isso é concordar com o aborto.

Diante de tantos assuntos que tramitam como projeto de lei no Congresso Nacional, fica a pergunta: Cadê a igreja que está passiva e dormente? A igreja brasileira precisa despertar enquanto há tempo. Enquanto o amor não morreu.

Os evangélicos têm que levar essas questões a sério. Têm que se posicionar, dizendo que não querem isso para a nação. Têm que procurar pessoas que os representem e que votem contra esses projetos. Caso contrário, a iniqüidade será institucionalizada. E Deus julgará a terra. É isso que a Bíblia diz porque Deus não suporta a iniqüidade.

A igreja não precisa dizer aos fiéis em quem votar. Mas pode esclarecer e orientar, dizendo para não votar em candidatos que sejam favoráveis à aprovação dos temas tratados acima.

Nota de esclarecimento

O texto é da jornalista Denise Santana, baseado no depoimento do Pr. Paschoal Piragine Júnior, da Primeira Igreja Batista de Curitiba.

Acesse o vídeo no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI&feature=email

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