23 de nov de 2010

O sino da discórdia


A história aconteceu no Lago Sul, na Paróquia São Pedro de Alcântara.

O padre não pode mais tocar o sino chamando os fiéis para as missas, por ordem na 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Se o padre descumprir a ordem, pagará multa. Cada badalada custará R$ 1 mil aos cofres da igreja.

A Justiça agiu depois que um morador reclamou várias vezes do barulho do sino que toca desde 1989, data que a paróquia foi inaugurada, sempre às 8h15, às 12h, às 15h e às 18h.

A reclamação é de que o barulho de 62 decibéis (o máximo permitido é de 50 decibéis) quebra a Lei do Silêncio. Quem mediu foi o Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Pelo jeito, os fiéis ficarão sem as sonoras e históricas badaladas do sino. Que pena!

Minha opinião
Não vejo que os sinos de uma igreja possam incomodar tanto. Mas respeito a opinião de quem reclamou.

Morei muitos anos na 302 Sul e ouvia os sinos da Igreja Bom Bosco tocar. Sempre achei lindo! É uma tradição muito bonita e histórica da Igreja Católica no mundo.

Eu defendo o sino, mas sem discórdia. Mas a paróquia deve se adequar à lei. Não pode fazer barulho além do que a Lei do Silêncio estabelece. Adeque-se e continue a tocar os sinos.

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