2 de dez de 2010

Jornal publica meu artigo

Mais uma vez o Correio Braziliense (caderno Cidades, coluna Correio do Brasiliense, pág. 28, de 29/12/10) publicou meu artigo com o título Dia Nacional do Evangélico.

Leia o texto do artigo abaixo:

Dia Nacional do Evangélico

Integrantes de um segmento em contínuo crescimento, os evangélicos hoje têm voz e vez no Brasil.

Eram pouco mais 26 milhões (15% da população). Hoje estima-se que sejam 36 milhões. No Distrito Federal chegam a 400 mil pessoas (19,5% da população). Os números ainda são do censo demográfico de 2000, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esses dados devem ser maiores, mas a sociedade ainda não tem a informação porque o IBGE não divulgou os resultados finais do novo senso deste ano.

Diante de números expressivos e do trabalho espiritual, cultural e social que esse segmento realiza, é muito justa a homenagem que os crentes receberam do governo federal.

O reconhecimento veio com uma data toda especial: O Dia Nacional do Evangélico, em 30 de novembro.

Brasília já celebrava essa data pela Lei Distrital 893, de 1995, criada pelo então deputado Carlos Xavier.

Agora, o Brasil celebra porque outra Lei, Nº 12.328, foi sancionada pelo presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, instituindo a comemoração nacional. A data segue a mesma anterior, dia 30 de novembro, mas não será feriado. A proposta partiu do deputado federal católico Cleber Verde (PRB/MA)

Em um país aonde o governo deixa brechas, não atendendo às reais e totais necessidades da população, o braço do segmento evangélico alcança, fazendo-se presente. Isso mesmo. Os evangélicos trabalham e ajudam as pessoas. Fazem o que deveria ser obrigação do governo fazer. Quem lucra com isso? Todas as pessoas que recebem das igrejas trabalhos gratuitos e de qualidade.

Neste 30 de novembro, temos muito o que celebrar: A vida, a salvação, as conquistas sociais que levaram o segmento a ser respeitado, a liberdade que o Brasil tem para todas as religiões. Isso é algo precioso. Só quem é cerceado de liberdade sabe o valor que é ser livre e ter o poder de decisão em escolher qual fé seguir.

Respeito, aceitação e tolerância religiosa. É isso que os evangélicos brasileiros querem dar e receber.

Denise Santana, jornalista, professora, estudante de Teologia e evangélica

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