1 de jan de 2011

Dilma, Deus, a democracia e a imprensa

“Que Deus abençoe o Brasil! Que Deus abençoe a todos nós! E que tenhamos paz no mundo!"

Esta foi a última frase do discurso de Dilma Rousseff, ao tomar posse no Congresso Nacional hoje.

A primeira mulher presidente do Brasil não se esqueceu de pedir a bênção divina. Fez bem, principalmente em um país eminentemente cristão como o Brasil, onde os católicos são maioria, seguidos dos evangélicos que estão em franco crescimento.

Realmente, somente com a bênção de Deus uma nação é próspera.

Ao longo do discurso, Dilma reafirmou o que disse quando foi eleita: “Tenho compromisso inegociável com a garantia plena das liberdades individuais; da liberdade de culto e de religião; da liberdade de imprensa e de opinião. Reafirmo que o que disse ao longo da campanha, que prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras. Quem, como eu e tantos outros da minha geração, lutamos contra o arbítrio, a censura e a ditadura, somos naturalmente amantes da mais plena democracia e da defesa intransigente dos direitos humanos, no nosso país e como bandeira sagrada de todos os povos.”

Bom sinal. Deixar a imprensa permanecer livre, como diz a Constituição e como defendem não somente jornalistas, mas todas as pessoas de bem do país.

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