6 de fev de 2011

Egito: A revolta popular, a democracia e a religião

Os protesto no Egito se arrastam há duas semanas com as pessoas nas ruas pedindo a renúncia do presidente Hosny Mubarak.

Diante de tantas incertezas no cenário internacional, ficam perguntas que merecem reflexões. Mas confesso que não achei as respostas. Não achei ainda.

O presidente sairá? Quem assumirá?

Como ficará o cenário político do poder? Que países assumiram as negociações junto ao Egito?

Que países sairão fortalecidos e enfraquecidos: Irã, Estados Unidos, Israel?

Como ficará o cenário político da força árabe?

Quem assumirá dará abertura para a democracia?

Democracia política significará liberdade religiosa?

Como ficará a religião oficial do país que é muçulmano?

Haverá abertura e tolerância para novas religiões?

Missionários locais e estrangeiros, de religiões diferentes do Islamismo, poderão trabalhar no Egito sem retaliações?

A revolta popular desembocará na queda das barreiras religiosas no mundo árabe?

A imprensa mundial comenta muito sobre os fatos recentes, mas não tocou no aspecto religioso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário