7 de jan de 2012

Dia da Liberdade de Culto

Ler a Bíblia ou o Alcorão. Ser seguidor da Cabala, do Espiritismo, Budismo ou Judaísmo. Isso é liberdade. A pessoa escolhe que fé seguir, que crença ter. A liberdade de expressão do homem passa pela livre escolha do culto. Por isso existe o Dia da Liberdade de Culto, em 7 de janeiro.

No Brasil, a Constituição garante o exercício dos cultos. A lei assegura que as pessoas não podem ser privadas de direitos por causa da religião que escolhem. Mas a convicção de fé não pode ser usada para eximir-se da obrigação legal. Ou seja, uma pessoa não pode descumprir a lei justificando que o fez por suas convicções religiosas (Constituição, artigo 5º, incisos VI, VIII).

É bom lembrar que o país é laico. Para a liberdade religiosa acontecer um grupo não pode prevalecer, tendo direitos diferentes e vantagens sobre outros, sendo dono do poder. Se o governo professa oficialmente uma fé, isso implica em falta de liberdade, agredindo a escolha individual.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (artigos I, II) também diz que os “homens nascem livres” e que podem usufruir dessa liberdade independente de cor, sexo, raça, língua, opinião política e religião.

Valorizar a liberdade de culto é fundamental. Graças a esse direito conquistado as igrejas estão com as portas abertas, as pessoas podem falar abertamente sobre Jesus e não são presas, perseguidas ou mortas. Graças à liberdade pode-se fazer um show ou um culto em praça pública. A igreja pode ter um programa de televisão, de rádio ou uma página na internet. Graças à liberdade de crença eu posso escrever esta nota e você ler este blog.

Em países fechados, como os islâmicos, as pessoas são obrigadas a seguir uma religião oficial. Um prejuízo à fé.

Nenhum comentário:

Postar um comentário