2 de fev de 2012

Educação religiosa dos filhos

Todas as pessoas acreditam em alguém ou em alguma coisa. Isso é a prática da fé.
Existem famílias que se preocupam em educar religiosamente os filhos. Uns pais ensinam a mesma religião que praticam. Outros ensinam sobre religião, mas deixam os filhos escolherem sua crença. Na verdade, desde a infância recebe-se informação sobre religião, mas a decisão final cabe a cada um. A fé é uma escolha pessoal.

As famílias andam ocupadas para pensar em religião?
O dia a dia corrido ajuda a deixar de lado a fé. Existe tempo para as compras no shopping, para trabalhar, para estudar. Mas o tempo parece pequeno para questões subjetivas da vida. Se os pais não priorizam a religião, as crianças entenderão que essa parte da vida pode ser deixada de lado.
Parece contraditório dizer que falta tempo para praticar a religião em um momento onde especialistas dizem que a cultura é mística. A análise pode ser feita por esse viés, mas é claro que existem outros. Não querendo limitá-la, mas é bom pensar que na história da humanidade sempre se pensou sobre a fé. Teve tempos que a religião e a igreja estavam em alta e mandavam na vida das pessoas. Depois, entrou em declínio com a valorização do homem, da razão. A religião adormeceu, mas não morreu.
Atualmente, voltou-se à prática mística, pois as pessoas viram que o corre corre da vida, o culto para si mesmas, a descrença em Deus não levaram a humanidade a nada. Hoje espiritualidade está em alta, justamente em uma época em que se valoriza o individualismo, a razão, o questionamento profundo, o avança tecnológico. Praticar várias crenças têm sido comum. As pessoas vão à missa e ao centro espírita com toda a naturalidade. Uma mistura que se chama sincretismo religioso. Cresce também a idéia de pluralidade, de tolerância religiosa e ainda a busca, em alguns países, de separar política de fé.

Qual a importância da família ensinar sobre religião para os filhos?
A religião tem processo importante na formação da pessoa. Traz fé, paz interna, equilíbrio mental, ajuda na saúde física. Médicos afirmam que é mais rápida a recuperação de uma doença se a pessoa tem alguma crença. As pessoas que seguem “uma força maior” superam mais facilmente os obstáculos da vida. Também é pela fé que a Bíblia diz que a pessoa recebe Jesus como Salvador e tem a vida eterna.
As crianças aprendem o que os pais ensinam e vivem sobre uma determinada crença. Se os pais são distantes do tema, o mesmo ficará esquecido para os filhos. Se os pais não têm tempo para a fé, as crianças também estabelecerão outras prioridades. Se o tema é de suma importância, a criança receberá essa informação.

Os pais devem escolher a escola de acordo com a prática religiosa que desenvolvem?
Sim. Essa é uma escolha sensata. Se a prática religiosa é católica, por exemplo, melhor escolher uma escola isenta ou que pratica a mesma fé. Mas isso não significa que uma criança ou adolescente que pratique outra crença não possa frequentar uma escola confecional. Mas se uma família não quer que seus filhos tenham influência de uma religião diferente que professam, melhor mesmo é selecionar um local onde essa prática é pertinente.

Pais de religiões diferentes atrapalham ou não a educação religiosa dos filhos?
Tudo depende do respeito, do diálogo e da informação que se passa aos filhos. A criança terá que conviver com duas linhas diferentes de fé. Com respeito a ambas, poderá escolher o que seguir quando chegar à idade do discernimento.

A escola pública deve praticar alguma religião?
Não. Por lei, o Estado não interfere na vida religiosa das famílias. Uma escola pública não pode professar uma fé. Pode, sim, dar aula de religião explicando sobre todas.

Jovens devem ser livres para buscar novas crenças?
Isso independe da vontade dos pais. De modo geral, adolescentes gostam de provar novidades. Entre estas, a religião. Os pais devem permitir essas novas experiências, mas sempre de olho na companhia que os filhos adolescentes andam. Afinal, as atitudes dos adolescentes são de responsabilidade dos pais.

Os filhos adultos perdem interesse pela religião dos pais?
Uns sim, outros não. As pessoas podem até mudar de religião, mas sempre respeitando a crença inicial com a qual foram educadas. Buscar novas crenças não significa desrespeitar a religião dos pais. Pode-se conviver pacificamente com as escolhas.

3 comentários:

  1. Email, pauloluiz41@hotmail.com

    Como escolher sua religião ou não escolher nenhuma.

    Este manual está propondo ser prático e elucidativo, no que tange a escolha de qual caminho seguir durante nossas vidas aqui na terra.

    Artigo primeiro.

    Todas as pessoas, sejam elas de qualquer idade que estejam em plena capacidade de discernir sobre o que é certo ou errado, deve voltar-se para dentro de si mesma, fazendo um questionamento íntimo, perguntando: O que sei sobre religiosidade foi tirado do meu próprio raciocínio ou foi imposto primeiro pelos meus pais e depois pela religião professada por eles?

    Artigo segundo.

    Depois de ter feito o questionamento do artigo primeiro, volte seus olhares para a grande proliferação de igrejas que dia após dia são abertas em nosso país.
    Observem o grande numero de pessoas as quais se denominam profetas, analisem com muito critério suas pregações do evangelho, observem seus procedimentos se são de humildade ou de grande pompa, procurem saber dos patrimônios materiais adquiridos por estes que dizem com muita ênfase e convicção de serem verdadeiros representantes de Deus.

    Artigo terceiro.

    Após terem feito as pesquisas do artigo segundo, comecem a fazer um parâmetro entre a humildade de Cristo e a soberba e o enriquecimento vertiginoso destes que se dizem representantes divinos. Observem se eles comportam se como pessoas simples ou se eles adquirem mansões faraônicas, jatinhos particulares e grandes fazendas as quais se perdem de vista pela grandeza e sofisticação.

    Artigo quarto.

    Fazendo uma análise mais profunda, faça uma comparação entre as religiões do passado e as de hoje. No passado as religiões mantinham seus ensinamentos somente dentro dos templos religiosos, onde era e continua sendo lugar próprio para esta prática. Se sua religião é daquelas que gastam milhões de reais, dinheiro este tirado do bolso dos humildes para pagar os horários nobres das televisões e rádios, isso é considerado fora de propósito. Esta pratica se não é deveria ser proibida por lei. A proibição da mesma não existe porque os governos são, sempre foram, e sempre serão coniventes com esta prática vergonhosa, é só observar a não cobrança de impostos sobre dízimos e contribuições arrecadadas pelas igrejas.

    Artigo quinto.

    Quem quiser aprofundar-se mais no assunto e tirar dúvidas é só pedir para as instituições religiosas serem mais transparentes prestando conta de todo dinheiro arrecadado. Se a reação deles for de honestidade irão mostrar seus livros caixa sem nenhum problema, mas se a reação deles for de acusar o questionador de blasfêmia e que o mesmo está afrontando Deus, ou ainda dizerem que Deus e testemunha da sua honestidade. Diante destas respostas tirem suas próprias conclusões.

    Artigo sexto.

    O potencial de energia e inteligência que temos em nosso cérebro é extremamente poderoso. O problema é que nós seres humanos conseguimos usar apenas uma pequena porcentagem deste potencial. Entretanto a maioria dos seres humanos por preguiça mental não usam nem esta pequena parcela, deixando-se influenciar por correntes de ensinos duvidosos., os quais os levam a acreditar em promessas fantasiosas e mirabolantes, tais como prosperidade sem nenhum esforço, milagres de baciada e vida eterna para curtir as delicias do paraíso.
    Continua.

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  2. Continuação de como escolher sua religião ou não escolher nenhuma.

    Artigo sétimo.

    Como reconhecer um falso profeta.
    Reconhecer um falso profeta é muito fácil, pergunte ao gerente do banco se a conta gorda do referido, é conta conjunta com Jesus ou com Deus, se for conta conjunta é profeta verdadeiro, mas se a conta gorda está só no nome dele ou de laranjas é falso profeta. Para melhor confirmação, se os bens patrimoniais dele têm como sócio Jesus ou Deus é um profeta verdadeiro, mas se tiver só no nome dele ou dos seus familiares é falso profeta.


    Artigo oitavo.

    Cristo morreu pobre e desvalido. Quem esta usando seu nome, se enriquece com muita facilidade, será que cristo veio ao mundo para salvar a humanidade ou veio para enriquecer alguns privilegiados dando a eles o direito e a oportunidade de montarem verdadeiros impérios de poder e dinheiro.

    Artigo nono.

    Nunca procure prosperidade em igrejas Deixem disso, prosperidade tem que ser conseguida por nossos próprios esforços, temos que estudar com afinco, procurar aprender uma profissão, batalhar e, sobretudo levantar cedo, Pois Deus ajuda quem cedo madruga. Subornar Deus com dinheiro dado as igrejas para ter prosperidade, isso é um absurdo. Acho que podemos até chamar isso de estelionato contra o criador. Ora deixemos Deus em paz cuidando dos incapacitados, das criancinhas indefesas, dos idosos abandonados, os fortes e cheios de saúde tem que se virar por si próprio, mãos a obra minha gente, mais uma vez digo deixem Deus em paz.

    Artigo décimo.
    Devemos ficar perplexo em ver as pessoas acharem que Deus não tem inteligência, As pessoas são maldosas, egoístas, maledicentes e hipócritas. Não tratam seus semelhantes como a ti mesmo, nem sabem o que é isso. No entanto quando se encontram em dificuldades tanto financeira como com problemas de saúde, vão aos templos que oferecem milagres de baciada, e com a maior cara de pau tentam comprar com dinheiro dado as igrejas a atenção de Deus, para lhes socorrerem dos males que estão sofrendo.
    Ora Deus tem uma inteligência muito avançada e não irá ajudar quem não merece. Se Deus tiver que ajudar algum de seus filhos naturalmente ira ajudar aqueles que têm uma vida regrada, aqueles que são puros de coração, os falsos e hipócritas não adianta irem com dinheiro comprar a salvação. Se desejarem salvação o caminho não é este, o caminho é mudar a conduta, o procedimento e a maneira de viver, ai sim Deus poderá pensar no assunto.
    Paulo Luiz Mendonça.

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  3. Defendo o diálogo e o respeito entre filhos e pais no assunto religião. Equilíbrio é fundamental principalmente na educação religiosa das crianças e dos adolescentes, pois ainda estão em formação e não devem ser expostos a todas as experiências, sem o devido conselho dos pais. Eles devem orientar os filhotes ainda em formação. Já quanto aos adulto,s a conversa é diferente. Cada um escolhe o seu caminho.

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