9 de fev de 2014

O caso da jornalista do SBT, Rachel Sheherazade

Uns a criticam, outros a defendem. Mas vamos deixar as emoções de lado e analisar os fatos. O que ela fez de tão ruim? Faltou com a ética profissional.

O Código de Ética dos Jornalistas é claro: o profissional  não pode criar preconceitos, estigmas. Jornalista não pode usar a profissão para incitar a intolerância, a violência, seja de que tipo for.

Descrevo o texto do Código: "o jornalista não pode usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime" (artigo 7º, inciso V).

Entendeu o problema cometido por Rachel? Ela defendeu que a justiça fosse feita pelas próprias mãos dos “justiceiros” lá no RJ. Defendeu a violência social. Por isso os órgãos da categoria entrarão com representação contra a moça.

Depois, Rachel disse que é “do bem”. Muito legal ser do bem. Mas como é bem informada, ela sabe que não pode usar uma bancada de um telejornal para falar qualquer coisa, disseminar qualquer ideia. Ela tem leis para cumprir, tem Código de Ética para respeitar. Se o jornalista for pregar o que não é ético, é criminoso, desrespeitoso para o bem social, o Brasil pode virar a casa da mãe Joana.

Respeito-a como profissional, mas a critico nesse ponto. A ética não pode ficar escrita no papel. Tem que ser cumprida. Tem que valer na prática se queremos um Brasil melhor. Pronto. Falei.

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